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Síndrome da Fome Noturna

A síndrome da fome noturna é um distúrbio identificado pela ausência de apetite pela manhã e pela fome excessiva juntamente com a insônia ao longo da noite mesmo após a ingestão do jantar ou da ceia.


Ela acomete, principalmente, indivíduos com diabetes Tipo 2 que sofrem com problemas psicológicos como a ansiedade, depressão, estresse, dentre outros. Aliás, 1,5% da população geral e, aproximadamente, 20% das pessoas com obesidade também são afetadas, de acordo com as estatísticas.

As causas para esta patologia ainda são desconhecidas. Contudo, a hipótese mais provável é a de um desequilíbrio hormonal causado pela melatonina, que é liberada durante o sono e, a serotonina, que controla a ação do ritmo circadiano, que age no organismo no período entre o dia e a noite. Outro fator importante é o histórico genético da pessoa.


A síndrome da fome noturna é capaz de aumentar a ansiedade relacionada ao ganho de peso, complicar o controle da glicemia, gerar alterações no ciclo menstrual, provocar a necessidade de internações hospitalares, além de acarretar estresse no ambiente familiar, estimular o excesso no consumo de álcool e de práticas esportivas.


A Síndrome da Fome Noturna e a Alimentação


Geralmente, esse problema é associado a ingestão de alimentos gordurosos, ricos em calorias e com poucas fibras. Se habituar a comer de maneira equivocada pode facilitar o ganho de peso, provocar alterações no colesterol e na hipertensão.


O tratamento para a síndrome da fome noturna inclui a mudança de hábitos na rotina, remédios e terapia. Veja abaixo algumas dicas para atenuar o distúrbio:


📌 Alimentar-se com porções pequenas e itens fibrosos durante o dia;

📌 Comer devagar, principalmente, à noite;

📌 Dormir bem;

📌 Evitar cafeína e exercícios ativadores antes de repousar;

📌 Não tenha em casa alimentos calóricos e gordurosos;

📌 Tomar café da manhã todos os dias;

📌 Ter um horário para se alimentar em todas as refeições.


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